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Institucional

Conheça a ACI

História

Há mais de noventa anos a Associação Comercial,
Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo,
Campo Bom e Estância Velha zela pelos interesses e fortalecimento de seus associados.

A ACI-NH/CB/EV, desde 18 de outubro de 1920, participa da vida empresarial de Novo Hamburgo e região, atuando com foco no desenvolvimento sustentável em prol de seus associados.

Congrega em seu quadro associativo, empresários representantes de todos os setores da economia. Com a experiência e tradição abarcada ao longo desses anos, incluindo a evolução e a inovação constantes, a entidade oferece apoio, modernidade e empreendedorismo na prestação de serviço ao associado.

A Entidade surgiu do forte comércio existente na cidade, sendo chamada por seus fundadores de Associação Comercial de Novo Hamburgo. Com o desenvolvimento da indústria, em 1961, a Entidade agregou ao nome a palavra “Industrial” e, com o avanço do setor de serviços, em 1990, ficou registrada como Associação, Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo. Em 1996 foi criada a Fundação Semear que atua fortemente nas relações de responsabilidade social entre o empresariado e a comunidade. Logo, em 1998, o momento foi do inicio das atividades da Fundação Desenvolvimento Ambiental – Fundamental focada nas questões em consonância com o meio ambiente.

Com a estratégia de ampliação de mercado da Entidade e com enfoque no desenvolvimento regional, a ACI implantou novas Regionais em Campo Bom, no dia 27 de abril de 2000, e em Estância Velha, no dia 1° de julho de 2002, passando a ser a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha.

A representatividade junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário defende os interesses das empresas associadas, buscando estimular o crescimento em níveis econômico e social, para gerar a inovação e o desenvolvimento. Ainda a atuação da ACI compreende em parcerias e eventos, que oferece aos seus associados ferramentas que propiciam a geração de negócios, a qualificação e o acesso às informações pertinentes ao meio em que atuam.

Muitas ações podem ser destacadas por sua constância, como a firme e atuante luta contra o aumento da Carga Tributária, percebidas através de Pleitos aos governantes e ações em escolas e com a comunidade empresarial e no combate à pirataria, entre outras ações institucionais.

Hoje a ACI se consolida como a maior Entidade do interior do estado, buscando sempre nas suas associadas a inspiração para atuar de forma integrada para o desenvolvimento da região.

Uma entidade forte se faz com a participação de todos os associados.

ACI-NH/CB/EV! Entidade forte, associado forte!

Década 1920

Em 18 de outubro de 1920 um grupo de comerciantes do segundo distrito de São Leopoldo, Novo Hamburgo, fundava a Associação Comercial de Novo Hamburgo.

Comerciantes e industriais gradativamente perceberam a importância da união via associativismo, especialmente em uma localidade que desde o final do século XIX, reivindicava a sua emancipação. A Associação Comercial nasceu, assim, antes da emancipação da cidade de Novo Hamburgo (1927).

A entidade viria a impulsionar o delineamento de estratégias fundamentais para o desenvolvimento do comércio e da indústria local, cujo crescimento é visível principalmente a partir de 1935.

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Década 1930

Com a entrada dos anos 30, Novo Hamburgo acompanha os cenários de transformações e mudanças que ocorriam em âmbito regional e nacional. O Brasil iniciava, sob o governo Vargas, o projeto do nacional-desenvolvimentismo. Aqui, a indústria adequava-se às exigências legais de um país que se industrializava.

1933

Uma reunião realizada em 8 de dezembro, nas dependências da Sociedade Frohsinn, sob a presidência de Guilherme Becker, discute a necessidade de um local próprio da entidade, um escritório, bem como a contratação de um secretário para organizar as demandas que começavam a surgir a partir das necessidades dos sócios e do crescimento da entidade.

1935

A ACI começa a deixar a sua marca como entidade, que através da soma de esforços torna-se preponderante, não só para crescimento da cidade de Novo Hamburgo, como também torna-se fundamental para o desenvolvimento do Vale do Rio dos Sinos.

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Década 1940

Nesta década, avanços tecnológicos e demandas cada vez maiores pelos produtos aqui produzidos, fizeram a economia de Novo Hamburgo prosperar. Para a entidade, foi um período de grande atenção às questões de infraestrutura, planejamento urbano e possibilidades que se abriam para o futuro da cidade.

1941

No contexto da II Guerra Mundial, a ACI passa a integrar a Sub-Comissão do Controle de Abastecimento Público, reivindicando que a gasolina não seja racionada aos industriais da região.

1942

Perante grave seca no nordeste brasileiro, ACI engaja-se em campanha em prol da região.
Decretado Estado de Beligerância (entrada do Brasil na guerra), a entidade pede que seus associados trabalhem no máximo de suas possibilidades para a defesa da Pátria.

1943

A ACI envia extenso memorial ao Conselho de Geografia do Estado, manifestando-se contrária a proposta de mudança do nome da cidade para Potiguara. Devido a sua defesa, a proposta foi arquivada.

1946

O novo Plano Diretor do município é apresentado para que a ACI debatesse e participasse das modificações propostas para o espaço urbano.
Em julho desse ano, a ACI passa a integrar a Comissão Regional da Fundação da Casa Popular, que previa a construção de 1.000 casas para os operários na cidade.

1949

Diante dos contínuos problemas em relação aos serviços telefônicos, a ACI resolve interferir de forma mais contundente, demandando que a Federação Estadual tomasse providências.

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Década 1950

A década de 50 é marcada por constantes envolvimentos da ACI em questões de grande relevância para o setor industrial. A entidade aumenta seu prestígio e cresce o número de seus associados. A construção de uma nova sede torna-se necessária.

1950

Os serviços telefônicos, de fornecimento de energia elétrica e de transportes são irregulares e insuficientes. A ACI envolve-se diretamente na resolução destes problemas.

1952

A instabilidade da economia nacional impõe duras restrições ao crédito bancário, o que acarreta grave crise no setor coureiro-calçadista, que perduraria durante alguns anos.
O quadro social da entidade ultrapassa a marca de 400 associados, em parte ao forte prestígio da entidade fora de Novo Hamburgo.

1956

Discussão na entidade sobre a criação de uma sessão industrial na ACI, por constituir-se este seu número maior de associados e também, pela conjuntura de crise no período.

1957

As providências em torno da construção da nova sede ocupam a pauta das reuniões de diretoria na época.
Registra-se demanda em torno do atendimento à legislação ambiental voltada a proibição do lançamento de resíduos tóxicos nas águas.

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Década 1960

A importação de equipamentos para o setor calçadista, no final da década passada, permitiu a renovação das indústrias. Novo Hamburgo inseria-se, assim, no mercado nacional. A ACI, pioneiramente, realiza uma exposição do Calçado, anunciando a conquista importante deste período: a FENAC.

1961

Realiza-se, nas dependências da ACI, uma exposição de Calçado, visitada amplamente.
Começam os preparativos para a organização da Feira Nacional do Calçado - FENAC, com o objetivo de integrar produtores e compradores, através de uma mostra anual.

1963

A partir de meados dos anos 60 que se iniciou a busca por cursos de formação das mais diversas ordens. A preocupação da ACI em qualificar os trabalhadores já se manifestara em 1963, quando foi realizado o primeiro curso.

1964

No início do governo militar, palestras são proferidas para os associados, sobre a nova situação econômica do país.

1969

A partir deste ano, as exportações teriam um grande peso para a indústria calçadista gaúcha.

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Década 1970

A década de 70 foi marcada pela ênfase na exportação dos calçados produzidos no Vale do Rio dos Sinos e pela atuação da ACI como incentivadora dos novos rumos da produção coureiro-calçadista da região. Concomitantemente, houve uma preocupação por parte da entidade em organizar novos postos de trabalho e criar novos empregos.

1971

Neste ano, com o avanço da produção do complexo coureiro-calçadista gerou a necessidade de um controle das vendas e de pagamentos da área. Com esta demanda, surgiu o Banco de Dados, hoje o 3C, que conta com informações creditícias, totalizando mais de 60 mil cadastros.

1972

ACI adquire propriedade ao lado da nova sede e projeta-se a Galeria ACI.
Com o crescimento da indústria calçadista, surge a ideia de criar um instituto que se preocupasse com o desenvolvimento da área tecnológica do setor: o Instituto Brasileiro do Couro, Calçados e Afins (IBCCA) - posteriormente, Centro Tecnológico do Couro, Calçados e Afins (CTCCA) e atualmente IBTEC...

1978

É inaugurada a Galeria ACI-NH, com a presença do Governador Sinval Guazelli.
Um posto do sistema Nacional de Emprego é instalado nas dependências da Associação entre o período dos anos 78-80, com o objetivo de fomentar o mercado de trabalho e criar novos empregos.

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Década 1980

A década de 80 foi marcada por várias intervenções importantes da ACI junto ao comércio e a indústria local. No tocante à industrialização o empenho foi mediar, esclarecer e incentivar as políticas ligadas à exportação.

1980

É inaugurado o novo auditório da ACI , na época um dos melhores da região.
Nesse mesmo ano, a ACI, preocupada com a segurança do município, integra-se à ideia de criação do Conselho Pró-Segurança de Novo Hamburgo (CONSEPRO).

1982

Em 82 a ACI, juntamente com o Clube de Diretores Lojistas e o Sindicato do Comércio Varejista faz a campanha “Vamos viver o Natal aqui: Novo Hamburgo”.

1983

É criada a Assintecal (Associação Brasileira de Indústrias de Componentes Sintéticos para Calçados), que teve a ACI como sede.

1984

No Vale dos Sinos, a ACI Novo Hamburgo ficou como sede de um novo sistema para defesa dos interesses da indústria do Rio Grande do Sul, o Programa de Interiorização da Fiergs.

1985

É aprovada pela ACI e Fenac a iniciativa de se criar um Banco de Comércio Exterior. Ocorre a inauguração da Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul- Regional ACI.

1987

A ACI liderou uma grande mobilização empresarial para a construção da Sub-estação elétrica na RS239, em razão dos minguados investimentos da CEE- Companhia de Energia Elétrica - para o abastecimento das empresas da região.
Nesse ano a entidade implantou sistema de computação em alguns serviços, oferecendo informações mais atualizadas.

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Década 1990

Os anos 90 foram intensos e desafiadores. A mudança na economia do país com o plano econômico de 1994, fez com que as exportações caíssem drasticamente, inviabilizando a existência de inúmeras indústrias. A crise no setor coureiro-calçadista exigiu dos diversos setores da sociedade a buscarem soluções para as questões econômicas e sociais que se colocavam no momento. O papel desempenhado pela ACI nesse processo de diversificação da economia foi fundamental.

1995

O Hospital Geral de NH passa por uma crise e corre o risco de ser fechado. O futuro do hospital está nas mãos da ACI que prepara um estudo com soluções técnicas para o problema.

1996

Em outubro surge a Fundação Semear, uma organização que passa a se caracterizar como referencial nas relações de responsabilidade social entre o empresariado e a comunidade. Sediada e instituída na ACI, torna-se uma Fundação referencial para o terceiro setor.
Também em outubro, é trocado o 1º e-mail da entidade. Na mesma data, a ACI é destaque na imprensa local por sua página na internet.

1997

Como uma das iniciativas do conselho de informática da ACI, foi organizada uma Missão Empresarial aos Estados Unidos cujo objetivo era buscar informações e experiências no Vale do Silício e Microsoft, para embasamento do projeto do Polo de Informática.
Neste mesmo ano, houve a instalação do Comitê Regional da Qualidade Vale do Sinos.

1998

Um Polo de Informática começa a ser projetado em Novo Hamburgo, e daria origem, mais tarde, à VALETEC, associação criada para administrar o Polo de Informática e a Incubadora Tecnológica.

1999

A “Ação 21”, uma campanha da ACI, Feevale e Prefeitura de Novo Hamburgo, é colocada em prática, propondo a retomada do desenvolvimento social e econômico da cidade. A ação 21 cria a Campanha “Sou louco por Novo Hamburgo!”.
Surge também instituída na ACI, a Fundação de Meio Ambiente-Fundamental.
Neste ano a ACI inaugura sua moderna Central de Atendimento.

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Década 2000

A entrada no novo milênio chega com os ventos da inovação na região. A ACI é protagonista de inúmeras ações voltadas à diversificação da economia e à qualificação dos trabalhadores. As questões sociais e ambientais estão sempre presentes em sua pauta de discussões e ações.

2000

Implantação da Unidade Regional ACI Campo Bom.

2001

A vinda do trem até Novo Hamburgo gera polêmica e amplia-se em grandes debates. ACI conquista Medalha Bronze do Prêmio Qualidade RS e o Prêmio Automação 10 Anos, da GS1 Brasil. Inaugurado o Centro ACI de Capacitação.

2002

A partir de julho, a entidade inaugura a Unidade Regional ACI Estância Velha. A ACI recebe da Confederação das Associações Comerciais do Brasil o Prêmio Associação Comercial Referência.

2003

Projeto Empreender, em parceria com o Sebrae e Federasul, surge e atende as pequenas empresas de Novo Hamburgo e região.
Neste ano, a ACI conquista o Troféu Bronze do Prêmio da Qualidade RS 2003.

2004

Ações na cidade através de campanha do comércio: “Compre bem neste Verão, compre em Novo Hamburgo”.
Fundamental – Fundação Desenvolvimento Ambiental cria projeto que visa conscientizar empresas da importância de preservar o meio ambiente.
ACI repete o feito em 2003, conquistando o Troféu Bronze, do Prêmio Qualidade RS.

2005

Além das conquistas, a discussão mais marcante do ano foi a polêmica do pedágio da BR 116. Neste ano, a ACI realizou um primeiro manifesto pelo Dia da Liberdade dos Impostos e inaugurou o Feirão do Imposto nas dependências da entidade.
Conquista do Troféu Prata, do Prêmio Qualidade RS, movimentou a ACI!

2006

ACI oferece acesso à internet para associados.
A empresária e arquiteta Fátima Daudt tornou-se a 1º mulher presidente da entidade desde que ela foi fundada, em 1920.

2007

A entidade participa da 39ª Francal e coordena pela 7º edição seguida o estande coletivo do RS, em parceria com o SEBRAE e a SEDAI - Secretaria de Desenvolvimento e de Assuntos Internacionais do RS. Também participa na mesma Feira com um estande Individual da Comissão Antipirataria no Calçado da ACI-NH/CB/EV chamado de “A Face da Pirataria”, com uma exposição de artigos originais e produtos piratas apreendidos pela Polícia Federal em todo o Brasil.

2008

ACI está entre as marcas preferidas dos gaúchos. “Prêmio Marcas de Quem Decide”, do Jornal do Comércio, realizada pelo Instituto Qualidata, coloca a entidade entre as cinco preferidas do estado. Reconhecida pela opinião de executivos, empresários e profissionais liberais.

2009

Neste ano, foi reinaugurado o novo Auditório da ACI, que tornou-se novamente referência no que há de mais moderno em termos de tecnologia para a realização de diversas programações.

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Década 2010

Em janeiro de 2010, Fatima Daudt inicia mais uma gestão como presidente da Entidade.

A ACI, junto ao Comitê Interinstitucional de Combate À Pirataria do RS lança na Couromoda o Manual voltado aos administradores públicos contra a pirataria. O Manual apresenta orientações para o Combate à Pirataria aos administradores públicos.

O primeiro evento do ano contou com uma novidade no mercado, a apresentação sobre a Certificação digital. E, com isso aconteceram atendimentos específicos na ACI para orientação sobre esse novo sistema prestado pelos Tabelionatos.

Com intuito de proporcionar oportunidade de estudo e conhecimento de práticas realizadas fora do Brasil realizou-se a primeira Missão pela Qualidade na Europa. A Comitiva organizada pela ACI, por meio do Comitê Regional da Qualidade RS – Vale do Sinos visitou 7 países, distribuídos em 16 dias de viagem, conhecendo 9 organizações, como Philips, TNT, Kadewe, Certiquality, Volkswagen entre outras.

A Fundação Desenvolvimento Ambiental da ACI - Fundamental iniciou na Central de Resíduos, a coleta de lâmpadas fluorescentes.

A Regional Campo Bom, no intuito de contribuir e aproximar cada vez mais de sua comunidade lançou o evento “Anjos da Cozinha”, realizando assim uma ação social de alto impacto em prol de uma entidade beneficente e possibilitando aos voluntários da cidade de conhecer e participar ativamente desta iniciativa.

No mês de aniversário, a Entidade lançou o livro “Uma trajetória de Valor”, que conta a história de 90 anos de existência da Entidade. Foi um momento marcante, uma noite de autógrafos e agradecimentos.

O dia 18 de outubro, marcou o ano de comemorações dos 90 anos da ACI. Durante a recepção do evento comemorativo, vídeos apresentavam a história de cada década da Entidade e o jantar foi celebrado com mais de 500 pessoas. Durante a festividade, os 26 ex-presidentes da Entidade foram homenageados pela atual presidente, que entregou aos próprios ex-presentes ou seus familiares, placas comemorativas em agradecimento ao trabalho voluntário realizado em prol do desenvolvimento da Entidade.

Ainda em 2010 a ACI recebeu mais uma vez o prêmio Automação da GS1 Brasil.

Promovemos o primeiro curso Gestão e Liderança.

2011

Em parceria com a Unisinos a ACI realizou o primeiro MBA em Gestão Empresarial fora da Universidade, sendo realizado nas dependências da ACI.

No mês de junho lançamos um novo serviço ao associado, o Escritório de Projetos, visando desmistificar o tema inovação dentro do ambiente organizacional para estimular e apoiar os associados na elaboração de projetos na captação de recursos e implantação da gestão da inovação dentro de suas empresas.

No mês de agosto a Entidade atingiu a meta estipulada para o final da gestão, ou seja, dezembro de 2011. Tendo atingido o número de 1250 associados antes do prazo.

Pelo terceiro ano a ACI recebeu o prêmio Automação GS1 Brasil, em evento realizado em São Paulo.

Pela primeira vez participando do evento “Prêmio de Responsabilidade Social da Assembleia Legislativa”, a ACI recebeu o Certificado de reconhecimento pelo trabalho descrito no seu Balanço Social. E pela primeira vez, a Fundação Semear recebeu o troféu.

2012

A ACI pela segunda vez recebeu a premiação entre as cinco entidades mais lembradas no Estado do RS, no evento Marcas de Quem Decide, promovido pelo Jornal do Comércio.

A ACI protocolou na Sede do Mercosul e ALADI, em Montevidéu, documento de reclamação sobre as barreiras impostas pela Argentina nos produtos brasileiros exportados para seu país.