51 2108.2108
Área do Associado
esqueci minha senha

Relatório
de Gestão 2006/2007

Maio de 2006

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, promove reunião-almoço Prato Principal, com o vice-presidente do Conselho de Administração da Marcopolo S.A, José Antônio Martins, que falará sobre inovação - Trajetória para o Crescimento.

 


A ACI-NH/CB/EV aderiu ao quero mais Brasil, um movimento que reúne mensagens de texto ou de voz que são enviadas a governantes de todo o País com o intuito de se construir uma nação melhor.

 


A ACI-NH/CB/EV sorteou os estandes para as empresas que irão participar da 38ª Francal de 04 a 07 de julho no Anhembi, em São Paulo.

 


Aprovado em primeiro turno, o projeto de Ralfe Cardoso que revoga a lei do horário livre no comércio de Novo Hamburgo, previsto para ser votado em segundo turno em sessão da Câmara de Vereadores, pode ser arquivado. O diretor relações institucionais da ACI-NH/CB/EV, Marco Kirch, protocolou na Câmara de Vereadores uma carta assinada por dez entidades do Município ligadas ao comércio, manifestando contrariedade ao projeto.

 


A Equipe da De Zotti Comunicações, empresa com 18 anos de experiência em jornalismo empresarial, foi contratada pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha para coordenar a sua área de Assessoria de Imprensa. Os jornalistas José Eduardo De Zotti e Ana Lúcia Klein De Zotti serão responsáveis pelo atendimento da entidade, que conta com mais de mil associados. A vice-presidência de Comunicação da entidade está a cargo de Jones Baptista Jr., da Supernova.

 


"Sob o aspecto constitucional e de interesse público, vamos vetar". Esta foi à garantia dada pelo prefeito Jair Foscarini, durante encontro com dirigentes de entidades ligadas ao comércio. Jair referia-se à possibilidade da Câmara de Vereadores aprovar, em segunda votação, projeto do Vereador Ralfe Cardoso que prevê o fim do horário livre no comércio hamburguense. A reunião com o prefeito foi liderada pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha com a parceria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação dos Lojistas do Novo Shopping, Grupo Pensando Novo Hamburgo, etc.

 


ACI tem novos associados. É o início de mais uma etapa para 24 empresas que passam a contar com toda a estrutura oferecida pela ACI-NH/CB/EV. Os novos integrantes participaram de um evento para conhecer a entidade, além de apresentar seus próprios serviços aos demais associados, com a troca de material institucional. O vice-presidente de Infra-Estrutura, Edgar Fedrizzi, enfatizou a função da entidade junto aos empresários. "Nosso grande referencial é a representatividade. Queremos atender muito bem as micro e pequenas", reforçou Fedrizzi, lembrando que cada empresário deve manifestar suas necessidades e dificuldades para que a ACI possa contribuir de maneira satisfatória para o crescimento dos associados.

 


Em tempos que a atividade produtiva enfrenta sérios problemas, motivados principalmente pela desvalorização da moeda norte-americana, o setor industrial não desistem e têm no otimismo a resposta para tantas estatísticas negativas. Tanto que pretende reverter os números registrados até agora. O índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI), medido pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, registrou a queda de 9,19% em relação ao mesmo período do ano com crescimento de 3,5%. Por isso representantes das principais entidades gaúchas aproveitam hoje, o Dia da Indústria, para chamar os empresários a reflexão e para fazerem seu papel internamente, enquanto o governo federal não sinaliza com alternativas à política Cambial. Para o executivo da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, Marco Kirsch, os empresários precisam estar atentos a pontos que elevem a competitividade do setor secundário da economia.

 


O Dia da Liberdade de Impostos será marcado pelo Feirão dos Impostos da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha. A entidade apoiará a atividade da Associação de Classe Média (Aclame), em Porto Alegre, que realiza a exposição de 37 produtos, com os respectivos percentuais referentes a impostos. O vice-presidente de Infra-Estrutura da instituição, Edgar Fedrizzi, relata que a proposta do feirão, que é permanente e pode ser visitado de segundas a sextas-feiras no rol de entrada do prédio da ACI.

 


A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha esta enviando carta aos vereadores para avisar que é contra o fim do horário livre do comércio na cidade. O projeto foi aprovado em primeiro turno. A entidade também vai se reunir com Jair para manifestar sua preocupação.

 


A reação dos sindicatos e entidades que agregam trabalhadores e empresários do Vale do Sinos diante do resultado da votação realizada pela Assembléia Legislativa foi de pouca surpresa, com aceitação por um lado e reprovação e lamentação por outro. O vice-presidente de economia e Estatística da ACI, João Bruxel, encara a decisão como benéfica para apenas uma parcela da população, avaliando que o ajuste regional não esta compatível com o nacional. "Quem realmente se beneficia com esse novo mínimo são as empregadas domésticas, por exemplo. Afinal, as empresas em geral não se baseiam nesses valores votados".

 


Denise Hörlle, do setor de Comércio Exterior da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo Campo Bom e Estância Velha, informou que desde o começo da paralisação dos fiscais, mais de dez empresas de diferentes segmentos entraram em contato com a entidade. A maioria dessas empresas teve os processos de importação e exportação caindo no canal vermelho. "A ACI encaminhou os processos dessas empresas à superintendência da 10ª Região Fiscal de Porto Alegre (responsável pelos portos secos, o de Rio Grande e o aeroporto) para buscar soluções", avisou Denise, observando que em torno da metade dos processos foram liberados e os outros ainda estão parados. A outra alternativa é a medida judicial, que deve ser iniciativa da empresa.

 


Redução de custos, maiores lucros, aumento da produtividade e competitividade, oportunidades de negócios, ampliação no acesso ao mercado interno e externo, adequação ambiental, melhoria de qualidade e muitas vezes do volume de produção, diminuição dos riscos ambientais, acesso facilitado a algumas linhas de financiamento, efeito favorável em imagem, marketing e vendas. Estas foram algumas das vantagens destacadas pelo consultor Hugo Springer para as empresas e organizações que adotam o chamado desenvolvimento sustentável, no Papo com Café promovido pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha.

 


Representantes da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha estão monitorando o projeto de conversão número 9, proveniente da Medida Provisória 280 e relativo aos Refis 3. O texto passou pelo Senado, mas precisa de aprovação na Câmara.

 


O vice-presidente de Negócios Internacionais da Associação Comercial Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI), Jorge Faccioni, conversou com diversos empresários, abordando os prejuízos da greve dos auditores fiscais da Receita Federal. Conforme verificou, na exportação, a situação estava contornada. Mas, por outro lado, as importações eram liberadas, somente, a partir de mandados judiciais.

 


O Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC) empossou quatro novos vice-presidentes. Os novos membros da diretoria são o vice-presidente de Serviços, José Flávio Fischer (presidente da ACI-NH/CB/EV); vice-presidente do Couro, Umberto Cilião Sacchelli (presidente do CICB); o vice-presidente Meio Ambiente, José Waldir Dilkin (presidente da ABQTIC), e o vice-presidente de Componentes, Luis Cláudio Amaral (presidente da Assintecal).

 


Uma das soluções para amenizar a flutuação cambial seria a liberação, por parte do governo, de abertura de contas correntes em moeda estrangeira. Assim, as empresas poderiam efetuar suas transações sem depender da Conversão para o real. Essa é a recomendação do economista-chefe da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), Alfredo Peringer, diante do cenário em que a variação do câmbio ocorre de uma maneira que há muito não comprimia de maneira tão significativa as indústrias. Peringer falou sobre os desafios da Política fiscal em ano de eleição do Prato Principal, reunião-almoço realizada pela Associação Comercial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha.

 


Novas indústrias que irão gerar empregos para moradores de Novo Hamburgo e que irão contar com uma estrutura integrada de instalação, transporte e logística. Parece uma expectativa futurista, mas aos olhos do secretario municipal de Indústria, Comércio e Serviços, Diego Martinez, é um sonho muito próximo de ser concretizado. "O distrito industrial de Novo Hamburgo já é uma realidade", assegura Martinez, que pretende anunciar nas duas primeiras semanas de junho as áreas escolhidas e as datas de chegada das novas empresas. Para o secretário, o distrito industrial.

 


O planejamento estratégico do Vale dos Sinos, o principal projeto que deve ser trabalho pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI) neste ano, já esta em andamento. O primeiro passo foi dado quando o presidente Jose Flávio Fischer teve seu primeiro encontro com possíveis parceiros da iniciativa da Feevale, Sebrae, Pólo Rs , Federação dos Sapateiros do RS e associações dos municípios dos Vales do rio dos Sinos e do Paranhana. Inicialmente, o planejamento está tomando como base o projeto O Rio Grande Que Queremos para traçar metas.

 


A Associação Comercial, Industrial e de Serviços (ACI), promoveu a palestra Liderança e Motivação de Equipes, com o professor Luiz Adolfo de Los Santos, a palestra tratou sobre como aprender com a magia da Comunicação e do relacionamento.

 


Para a ACI, esforço é valido, mas ação deve ser no Câmbio. Para o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços, (ACI), Jose Flavio Bueno Fischer, o esforço do governo e válido como resposta aos pleitos da cadeia produtiva coureiro-calçadista, mas ainda está longe de o ideal. As medidas anunciadas até agora têm efeito importante, no sentido de dar um fôlego a mais no setor, mas não é o suficiente para atender ao conjunto das solicitações postuladas. Fischer enfatizou que a entidade pretende manter as negociações até esgotar todas as possibilidades de conquistar dos governos federal e estadual medidas que favoreçam, especialmente a média, pequena e micro empresa , isso porque ele, são industrias que existem em maior número na região do Vale do Sinos e também regiões que precisam mais representatividades, alem do que asseguram mais mão-de-obra. Para o presidente da ACI, considera ideal uma cotação do dólar acima dos R$ 2, 50, salientou, lembrando que embora se compreenda a dificuldade geral, a preocupação da entidade é com o setor, já que o Vale dos Sinos é uma das regiões mais impactadas pela crise do calçados em todo o país.

 


A Fundação Semear realiza seu tradicional café da manhã. O evento é uma oportunidade para demonstrar os resultados obtidos no ano anterior e as metas traçadas para os próximos anos. O café da manhã será realizado no Centro de Convenções da ACI.

 


Está em fase de elaboração o projeto de lei que vai determinar a cassação dos direitos fiscais e tributários de qualquer empresa que for flagrada fabricando produtos pirateados. A proposta, da comissão Anti-Pirataria no calçado da ACI, foi apresentada ao presidente da Assembléia Legislativa, Fernando Záchia.

 


Uma nova realidade de negociação para empresas que pretendem investir ou expandir em Novo Hamburgo. Assim é traduzida as atividades do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CODEC)."Dos 13 representantes, seis são da prefeitura e 13 de entidades e da sociedade. Com essa formação, conseguimos evitar a interferência política, dando mais transparência". Disse Fátima Daudt, vice-presidente do Codec e que também é vice-presidente de Serviços da ACI.

 


A luta contra a pirataria pode ganhar força de lei no Rio Grande do Sul. O executivo da Comissão Anti-Pirataria no calçado da ACI Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, Marco Aurélio Kirsch, o diretor da Diadora, Gerson Budke, e o gerente de Marketing da West Coast, Sérgio Bacarro Júnior, vão apresentar ao deputado uma proposta de repressão à pirataria.

 


O 1º Tabelionato Fischer, de Novo Hamburgo, virou referência para tabeliões e autoridades da China. Um grupo de chineses radicados em Xangai visitou o local no final do mês de abril. Os visitantes foram recebidos pelo tabelião titular, Flávio Fischer, que também é o atual presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha.

 


A ACI promoveu no final de abril seu tradicional Prato Principal com diretor geral de Programas de Produtos e Gerenciamento de Programas para GM do Brasil, América Latina, África e Oriente Médio, Sérgio Luiz Pegoraro Rocha.

 


Uma concentração de forças vai resgatar uma das primeiras festas direcionadas ao setor calçadista do país, realizada nos anos 1962 e 1963. A 1ª festa do sapato que será realizada em Campo Bom/RS, nos dias 8 a 11 de junho, tem um caráter diferente de outras feiras. Liderado pela Fundação Cultural de Campo Bom, o grupo é formado pela CDL, ACI, Lions Pequeno Gigante Lions Clube de Campo Bom, Rotary Clube e Liga Feminina de Combate ao Câncer, com o apoio da prefeitura e do Centro Universitário Feevale.

 


A Comissão Regional das Agências de Viagens, liderada pelo Conselho de Serviços da ACI, conquistou um importante resultado em apenas dois meses de funcionamento. Na sede da entidade, em Novo Hamburgo, a comissão firmou uma acordo comercial com a empresa sul-africana South African, que reduz praticamente à metade o preço das passagens para china.

 


A ACI sorteou os estandes que irão participar da Francal representando o Rio Grande do Sul. As empresas ficarão divididas em dois estandes numa área total de 504 metros quadrados. A estrutura será fechada e envidraçada, ao estilo de uma vitrine, com circulação interna. 
 


O vice-presidente do Conselho de Administração da Marcopolo, José Antônio Martins, será o palestrante da próxima edição do Prato Principal, reunião almoço que acontece na ACI.