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Ascensão dos países emergentes na economia mundial foi o tema do Prato Principal
Reunião-almoço foi promovida pela Unidade ACI de Campo Bom

Campo Bom/RS - "O mundo de hoje é altamente rápido. A tecnologia fez acelerar os negócios, o que também resultou em aumento de competitividade. O empresário de hoje precisa ter a percepção das tendências mundiais, entender o mercado, ou então terá dificuldade de acompanhar as inovações". Com essas palavras o economista Paulo Renato Rodrigues, professor pós-graduado em Teoria Econômica e em Marketing, especialista em Análise de Projetos e MBA Gestão Avançada de Negócios e ex-superintendente regional do Banco do Brasil Novo Hamburgo, palestrou no Prato Principal, promovido pelo Conselho da Unidade Campo Bom da Associação Comercial, Industrial e de Serviços, com a coordenação do vice-presidente da Unidade, César Ramos.


Abordando o tema "O Brasil e os BRICs (ascensão de Brasil, Rússia, Índia e China) - o desafio de uma nova ordem mundial", o economista antecipou que será incorporado ao mercado um contingente de pessoas que mudará o rumo da economia no mundo. "A visão do Brasil, lá fora, mudou", afirmou ele, mostrando publicações econômicas estrangeiras, que apresentam o país com uma visão positiva para os investidores. "O dinamismo da economia brasileira está surpreendendo o mundo e isso gera transformações", ressaltou, complementando que os países começam a investir no Brasil, principalmente através dos fundos de pensão, que buscam mercados emergentes, com certo grau de investimento."É o caso do Brasil de hoje!". Ele dá o exemplo de setores em que o país vem se destacando, como azulejos (segundo maior mercado do mundo), celulares (terceiro), computadores (quinto, com previsão de segundo para o ano de 2010), e automóveis (sexto).


"Temos a vantagem de o Brasil ser um país modelo sub-continental, que é baseado em recursos naturais, assim como a Russia. Reconheço que enfrentamos sérios problemas de infra-estrutura, mas pesquisas apontam que o Brasil será a quinta maior economia mundial em 2050. Alguns especialistas já antecipam para 2030", aponta Paulo Renato Rodrigues. Juntamente estarão os países, por ordem: China, Estados Unidos, Japão e Índia, ultrapassando a França e Itália. Outros candidatos seriam a África do Sul e o México. "Diria que o grande desafio empresarial é perceber as movimentações do mercado e se antecipar através das tendências", sugere ele. "Crises existem, mas são cíclicas". A reunião-almoço aconteceu no Espaço Aplausus, localizado no Centro Comercial de Campo Bom, e teve o patrocínio do Banco do Brasil.






| DOWNLOAD DA PALESTRA |



De Zotti - Assessoria de Imprensa
Em 18/09/2008


     

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